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Zema anuncia afastamento do secretário estadual de Saúde de Minas Gerais

Escrito por Bruno

O governador também anunciou quem será o substituto de Carlos Eduardo

Nessa quinta-feira (11), Romeu Zema, governador de Minas Gerais, anunciou o afastamento do médico Carlos Eduardo Amaral,  do cargo de secretário Estadual de Saúde. Zema divulgou a informação em seu perfil no Twitter e não detalhou o motivo pelo qual o secretário foi afastado.

“Comunico o afastamento do Dr. Carlos Eduardo da Secretaria Estadual de Saúde. Agradeço o trabalho que realizou à frente da secretaria, em especial no combate à pandemia e na gestão para a futura retomada das obras dos Hospitais Regionais no Estado.”

Em uma sequência de tuítes, Zema disse que Minas Gerais tem um dos melhores resultados no enfrentamento da pandemia por conta da gestão.

“Minas Gerais tem um dos melhores resultados no enfrentamento ao coronavírus graças à responsabilidade da gestão. Seguiremos atuando com eficiência e transparência para que a vacina chegue logo a todos o mineiros.”

Foto: reprodução/ Twitter


Novo secretário

Na manhã desta sexta-feira (12), Zema anunciou que o médico Fábio Baccheretti, atual presidente da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), vai assumir o cargo.

Fábio Baccheretti. Foto: divulgação/ Fhemig

“Assumirá o cargo de Secretário de Estado de Saúde o médico Fábio Baccheretti, atual presidente da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), responsável pela gestão das unidades hospitalares do Estado.”

Foto: reprodução/ Twitter

CPI da vacinação

Nessa quinta-feira (11), a Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) abriu uma CPI para investigar a vacinação de servidores da Secretaria de Saúde. Carlos Eduardo Amaral estaria pressionado no cargo após a abertura da CPI.

Segundo a ALMG, a CPI vai investigar irregularidades na campanha de vacinação contra a Covid-19 no Estado.

O presidente do Parlamento, deputado Agostinho Patrus (PV), deferiu, na Reunião Ordinária de Plenário desta quinta-feira (11), o requerimento assinado por 39, dos 77 parlamentares.

O número mínimo de assinaturas para criação de uma CPI na ALMG é de um terço de seus parlamentares, ou seja 26, de acordo com o Regimento Interno.

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Bruno

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